A solidão apertava o meu peito como se fosse uma mão gélida, sufocando qualquer vestígio de esperança. O quarto, antes um refúgio acolhedor, transformou-se numa prisão escura e silenciosa, onde o tempo parecia ter parado. Os dias se confundiam em noites intermináveis, um ciclo vicioso de sofrimento sem fim à vista. A comida perdia o sabor, o sono se tornava um inimigo cruel que me roubava a força, deixando-me ainda mais fraca e vulnerável. A imagem dele, o seu cheiro, a sua voz ecoavam na mi