CAPÍTULO 6

Os meses de inverno eram intensos, tempestades e muito frio eram constantes, mesmo assim, a rotina diária continuava.

O céu se fechou de forma abrupta quando Lian deixou os portões da mansão. Um manto cinzento de nuvens tomou o horizonte, e o vento soprou mais forte, carregando o presságio de uma tempestade violenta.

Ele caminhava com a calma de quem não se importava com a fúria do tempo, os passos firmes sobre o chão escurecido por pedras e cascalhos da estrada. A primeira gota caiu pesada no ombro do sobretudo, seguida por muitas outras. A chuva desabou de uma vez, como se os céus estivessem apressados em lavar o mundo. Mas Lian não se incomodou.

Seu foco era outro.

Ele sentia a urgência queimando dentro de si.

A sede voltou com força, e nada mais parecia capaz de saciá-la. Havia tentado, foi para longe nas últimas horas — corpos, vítimas, sangue quente ainda pulsando... e mesmo assim, nada. Nenhum sabor se comparava ao dela. Havia algo no sangue daquela mulher que aquietava seus in
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