O amanhecer se desenrolava com uma tranquilidade estranha. Day fechou os livros de contabilidade, esticou os braços e ajeitou os papéis. O relógio marcava quase meia-noite quando ela cruzou o corredor em direção ao quarto.
Ao abrir a porta, encontrou Hérus sentado no sofá, tirando as botas.
— Hérus... — chamou, mas tão baixo que ele precisou inclinar o rosto para entendê-la. — Preciso... te falar uma coisa.
Ele arqueou uma sobrancelha, intrigado.
— E por que... está sussurrando desse jeito? — q