O frio da madrugada adentrava pelas janelas altas da mansão. O ambiente parecia envolto em um véu de quietude solene.
Lisanne murmurou algo incompreensível enquanto dormia, a testa levemente franzida como se lutasse com fragmentos de lembranças que se negavam a tomar forma. Seus lábios entreabriram-se num sussurro hesitante — “por quê...?” — antes que seus olhos começassem a se abrir lentamente, como se temessem o que encontrariam.
O quarto era silencioso. A única interrupção daquele silêncio e