LAIKA
Mantive-me em completo silêncio após a revelação que MOLART, ou melhor, meu pai, acabara de fazer. Ele pedira que eu me dirigisse ao descampado e ali aguardasse, pois me transmitiria a própria habilidade. Eu não sabia se conseguiria assimilar algo tão intrincado em poucas horas, mas, já que ele confiava em mim, decidi confiar também.
Assim que nos reencontramos, iniciamos o combate. Ele me contra-atacou repetidas vezes. Custava-me prender a mente ao presente, pois a ideia de deixá-lo morre