LAIKA
Permaneci sentada ali por longos instantes e, quando a curiosidade finalmente se tornou insuportável, abandonei a caverna e encontrei MOLART no alto da montanha, contemplando a meia-lua que pairava no firmamento. Mantive-me a certa distância, observando-o, incapaz de decidir se devia ou não me aproximar. Depois de muita reflexão, apanhei uma tigela com água, misturei as ervas medicinais que costumava empregar para tratar meus próprios ferimentos e caminhei até ele. MOLART não se virou nem