ALFA KARIM
Ouvi os gemidos dos meus homens. Abri os olhos, sacudi a cabeça para espantar a vertigem e manter‐me desperto. Ao redor, a maioria deles pendia de árvores como sinistros frutos secos; outros jaziam espalhados pelo chão, ostentando feridas profundas. Sentei‐me devagar, o peito apertado.
— Magia… — Murmurei, limpando a garganta. — Ele tem magia.
Minha cabeça latejava, e senti algo quente escorrendo pela têmpora. Ao tocar, meus dedos mancharam‐se de sangue.
— Alfa Karim! — Chamou meu Bet