Antonella
Acordei com a cama vazia e fria.
Por alguns segundos, fiquei ali, olhando pro teto, tentando entender o que doía mais, o corpo cansado ou o peito apertado. Toquei o lado onde Alonzo tinha dormido, só encontrei lençol esticado. Ele já tinha levantado.
— Ótimo. — falei, irritada comigo mesma. — Você se entrega e ele ainda sai antes do sol nascer. Parabéns, Antonella. Sua idiota.
Virei de lado, abracei o travesseiro e um cheiro misturado de sabonete, bebê e perfume masculino me atingiu.