Kael estava sentado em frente à lareira. O rosto iluminado pelas brasas refletia a confusão que o corroía por dentro. Andrômeda dormia no sofá, envolta em mantas, o rosto calmo como se nada daquilo fosse real. Mas era.
Ele se levantou, se aproximou dela devagar e se ajoelhou ao lado do sofá. Tocou sua mão devagar, e um calafrio percorreu sua espinha. O que o destino estava fazendo com ele?
— Deixe ela descansar — Marcel entrou, quebrando o silêncio. — Vamos, temos assuntos a tratar.
Kael o