A manhã entregava um visual digno de pintura.
Os primeiros raios de sol invadiram a casa, iluminando cada canto antes escuro.
A luz dourada pousava delicadamente sobre a xícara de chá que Andromeda ainda segurava — o mesmo chá de Melissa da noite anterior. Frio, mas ainda aromático.
Seus olhos, vermelhos, denunciavam a noite não dormida. As mãos, geladas, pareciam não sentir o frio da madrugada que ainda rondava a casa.
Ela circulava a ponta dos dedos pela borda da xícara, distraída, malhand