— Menina… já esperei muito. Agora preciso fechar o bar.
Márcia sorriu de canto, fechou os olhos, respirou ofegantemente. Passou as mãos pelo rosto, levantou-se e abraçou o senhor com tanta força que não quis largá-lo.
— Desculpa… eu precisava desse abraço — disse ela.
— Tu me lembras tanto a minha filha… Benilde.
— Ela era linda, assim como você.
— Assustada, indecisa, perdida… mas o mais forte, verdadeira.
— Pareço com ela? Fico feliz em saber…
— Bom… eu já vou. Fique bem, senhor.
Tão logo M