Auriel
“Eu nem sempre quis ter irmão ou uma irmã,” confesso baixinho, a voz carregada de vulnerabilidade, o peso da solidão que carrego desde a morte de minha mãe tornando as palavras difíceis. “Quando era somente eu e a minha mãe, eu não desejava ter mais ninguém,” digo, a vergonha queimando minhas bochechas. “Mas quando ela morreu e me deixou sozinha, fiquei desejando ter alguém para dividir o luto.”
Alex me encara, seus olhos castanhos brilhando com uma afeição que me surpreende, e sinto um