88. O DIA EM QUE A VERDADE BATEU A PORTA
Na manhã seguinte, a casa parecia funcionar dentro de uma normalidade ensaiada.
O cheiro de café recém-passado se espalhava pela sala de jantar enquanto os quadrigêmeos ocupavam seus lugares à mesa, uniformes impecáveis, mochilas organizadas ao lado das cadeiras. Cada gesto era meticulosamente executado. Não havia pressa, tampouco distração. Apenas eficiência.
Isabela observava os filhos com um misto de orgulho e inquietação. Desde a noite anterior, algo havia se deslocado dentro dela. Não era