Nazaré passou a manhã com o terço enrolado nos dedos, andando de um lado para o outro na cozinha sem terminar tarefa nenhuma. Mexia em panela desligada, enxaguava uma xícara limpa, parava na janela olhando o pátio cheio de seguranças.
Camila, com o bebê apoiado no ombro, acompanhava os passos dela.
— Nazaré? — chamou. — A senhora está bem?
A mulher mais velha demorou um pouco para responder.
— Eu preciso falar com vocês dois — disse enfim. — Com o senhor Rafael também. Sozinhos.
O jeito como fa