Camila não sabia quanto tempo tinha passado desde que Rafael saíra correndo atrás do barulho no estábulo, só sentia cada minuto se arrastar pesado, como se o quarto encolhesse em volta dela. Continuava onde ele a havia deixado, protegida pelo móvel, o corpo curvado para envolver o bebê, tentando virar barreira com o próprio peito.
O menino dormia de novo, exausto, mas a respiração ainda vinha em pequenos soluços. Quanto mais Camila sentia o peso quente do filho no colo, mais a simples ideia de