CAPÍTULO 279

A noite não acaba. Eu olho para o teto, para o berço, para a porta, e tudo que vejo é o bilhete na mão de Nazaré. Você não protegeu o primeiro. Não vai proteger o segundo. O bebê respira fundo, solta um suspiro pequeno, e, em vez de acalmar, isso só deixa o ar mais pesado.

Tento inspirar devagar. O ar entra curto, raspa na garganta, trava no meio do peito. Pouso a mão no tórax como se fosse abrir espaço na força. Não abre. O coração dispara, os dedos formigam, a vista aperta nas bordas. Um som
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