Nazaré entrou no quarto do bebê com a bandeja na mão, trazendo a mamadeira e um pano limpo. A luz filtrada pela cortina deixava o berço num meio-escuro calmo, contraste direto com o resto da casa em alerta.
Aproximou-se para olhar o menino. Ele dormia fundo, o peito subindo e descendo devagar, a mãozinha ao lado do ursinho. Foi então que viu: um retângulo de papel branco, enfiado entre o protetor e o brinquedo, onde na noite anterior só havia tecido.
O coração dela disparou.
Olhou rápido para a