CAPÍTULO 212

O caminhão isca reduzia devagar enquanto a carreta de Mena se atravessava na pista alguns metros à frente, formando uma barreira torta de metal. O motorista do comboio segurou o freio até o limite e o conjunto parou com um balanço pesado, os pneus chiando no asfalto.

No carro de apoio, logo atrás, Rafael viu tudo se desenrolar em segundos. O caminhão suspeito avançou, cortou pela frente e jogou a traseira como quem fecha uma porteira, estreitando o mundo a poucos metros de rodovia livre.

— Bloq
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