A manhã se espalhava pela hacienda Villalba com a mesma luz forte que sempre dominava o vale de Jalisco. O calor subia da terra ainda úmida da madrugada, e o movimento da fazenda já estava em pleno funcionamento. Caminhonetes atravessavam os caminhos de terra, trabalhadores organizavam equipamentos nos galpões e o som metálico de ferramentas ecoava entre as construções espalhadas pela propriedade.
Tomás caminhava pelo pátio central observando a rotina da fazenda com atenção automática. Durante