A manhã chegou clara sobre a hacienda, espalhando luz dourada pelos campos extensos e pelas construções antigas que carregavam décadas de história da família Villalba. O ar tinha cheiro de terra úmida e madeira aquecida pelo sol, e a rotina da propriedade já seguia em movimento quando Sofia atravessou o pátio com passos tranquilos, carregando uma pasta grossa contra o peito. Os funcionários cumprimentavam de longe, alguns com curiosidade evidente, outros com respeito silencioso, e ela respondia