A manhã avançava sobre a hacienda Villalba com uma atmosfera diferente. O ar quente do vale de Jalisco se espalhava pelos campos cultivados, e a rotina da propriedade seguia organizada como sempre, porém uma sensação sutil de expectativa parecia atravessar cada canto da fazenda. Trabalhadores conduziam caminhonetes carregadas de ferramentas, cavalos eram preparados nos estábulos e funcionários cruzavam os pátios de terra com a eficiência habitual. Ainda assim, algumas conversas aconteciam em to