O clima entre eles ainda estava pesado desde a briga na sala de arquivos, mas o dia tinha andado, o bebê tinha mamado, chorado, dormido de novo, e a rotina empurrava os dois para frente. Era fim de tarde quando Rafael apareceu na porta do quarto, sem gravata, o rosto cansado.
Camila estava na poltrona, o filho apoiado no peito, a mão fazendo carinho automático nas costas pequenas.
— Ele dormiu? — Rafael perguntou, num tom baixo.
— Está quase.
Ele entrou devagar, fechou a porta e ficou perto da