Na copa, enquanto pegava café, Ingrid encontrou um envelope deixado perto da fruteira. Papel comum, sem timbre, sem remetente, apenas o nome dela escrito à mão, com letra firme demais para ser de alguém pedindo favor.
Abriu o envelope com cuidado, sem rasgar. Dentro, havia um recorte de jornal local com a foto de uma das grávidas assassinadas. Ao lado, em papel branco, uma frase escrita em caneta escura.
“Quem segura a vida que devia ter caído, cai junto depois.”
IRafael estava ao telefone quan