Camila ficou sozinha depois que Ingrid saiu, com o aviso de não ver TV, não discutir, não atender número estranho. O celular vibrou segundos depois.
Número fixo da cidade onde crescera.
Ela atendeu.
— Alô?
— Camila? — A voz veio carregada de drama conhecido. — É a tia Lúcia.
— Oi, tia.
— Eu vi você no jornal, menina. Grávida, no meio desse circo, com esse Villalba… — Um suspiro. — Você está na casa do homem que destruiu o teu pai. O mesmo sobrenome, a mesma empresa. Você não vê que está repetin