Marina não foi acordada.
Foi retirada do cativeiro.
As correntes se soltaram sem aviso, o metal rangendo baixo, quase respeitoso. Mãos firmes a ergueram, mas não houve brutalidade. Isso, por si só, já era errado. O corpo de Marina ficou tenso imediatamente, cada músculo preparado para dor.
Ela não veio.
Em vez disso, veio silêncio.
O corredor por onde a conduziram era diferente. Mais limpo. Iluminado por tochas bem posicionadas, que não lançavam sombras agressivas, mas uma luz quent