Capítulo 137

Ainda estou ofegante.

Os braços de Leandro me seguram com força, como se ele fosse a única âncora entre mim e o abismo. Sofia está ao meu lado, o rosto manchado de lágrimas e tensão. Ninguém fala. Só o som distante dos monitores, dos passos apressados dos enfermeiros. O corredor está cheio, mas eu só vejo o vazio. Mateus estava isolado no quarto, com a polícia fazendo sua segurança. Eu realmente teria matado aquele garoto se não tivesse sido impedido. Aquela brincadeira dele, teria consequência
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