O dia do casamento de Rayane amanheceu com o sol entrando pelas frestas da persiana do meu quarto e iluminando o vestido verde-esmeralda pendurado na porta do armário. Ele parecia me encarar, como se carregasse todas as emoções contraditórias que eu sentia desde ontem. O bilhete de Rayane ainda estava na mesinha de cabeceira. Cada vez que eu lia, uma nova onda de culpa e tristeza me engolia. Como eu poderia ser a madrinha dela, sabendo o que sei?
Sentei-me na frente do espelho, a nécessaire de