Lysandro a observava com uma intensidade quase possessiva. Ele não estava acostumado a ouvir "não", muito menos de alguém que ele considerava estar em uma posição tão frágil.
— Eu não quero você trabalhando, Ofélia. Eu só queria te ver pessoalmente para falar sobre isso. — Ele se inclinou um pouco mais na direção dela, com a voz baixando.
— Sugiro que você vá estudar, escolha um curso, algo que goste, e aceite uma mesada minha. Quero você por perto, como uma namorada, com conforto.
Lia sorriu,