A manhã chegou sem pedir licença. Não foi o sol que acordou os dois, nem um despertador insistente. Foi uma batida firme na porta do quarto, seguida de uma voz feminina, conhecida, mas naquele momento assustadora.
— Lysandro? — a voz de Aleana soou clara, curiosa e levemente desconfiada.
— Filho, você está acordado?
Lia congelou, o corpo ficou rígido na mesma hora, o coração disparou, os olhos arregalaram. Ela olhou para Lysandro como quem pede socorro sem emitir um som. O peito dela subia e