A manhã seguinte parecia calma demais. O Sol atravessava as cortinas do meu quarto, mas dentro de mim só havia inquietação.
Eu segurei o celular, lendo pela décima vez a mensagem de Ana.
"Se você pensa que venceu, está enganada. Você não sabe com quem está mexendo."
Suspirei fundo. Ana nunca desistiria. Ela era como veneno que mata aos poucos e de forma dolorosa.
Desci até a cozinha. O cheiro de café fresco me fez parar na porta.
Zain estava lá, sem camisa, apenas de calça e um avental amarrado