Entrei na cozinha com uma decisão firme.
Firme mesmo.
Nada aconteceu.
Nada foi dito.
Ele não escutou nada.
Delete permanente.
O beijo.
A confissão involuntária.
O pavão ouvindo tudo.
Nada disso existia.
Exceto que…
Demir estava sentado à mesa.
Cabelo solto.
Camisa branca com dois botões abertos — revelando aquele V indecente no peito.
Postura relaxada, pernas abertas, sorriso de quem já acordou ganhando.
— Vem… sente-se, Isabella. — disse, saboreando meu nome como quem morde um Börek quente.
Re