Demir esperou a cozinha esvaziar, respirou fundo como quem se prepara para entrar num ringue e chamou:
— Isabella. Precisamos conversar.
Eu cruzei os braços de imediato. Ele me chamou pelo meu nome inteiro. Aquilo nunca era bom sinal.
Demir não levantou a voz, ele não precisava. A firmeza dele já bastava para cortar a tensão no ar.
Fomos em direção ao escritório, quando a porta fechou, senti um frio na espinha, não por medo dele, mas pelo teor da conversa.
— Você não achou importante me dizer q