Terceira noite de casa cheia. TERCEIRA. Se meu pai fosse uma lenda urbana, eu já estaria quase acreditando que ele não existia.
Tentei falar com minha mãe, que também não me respondeu, parecia tudo calmo demais.
A cozinha estava um caos delicioso, cheiro de cordeiro, gente rindo, Joaquim contando histórias do Brasil e eu, finalmente, começando a respirar sem sentir um elefante na nuca.
Aí começou o burburinho.
Primeiro baixo, depois crescendo como uma onda prestes a arrancar a porta. Olhei pela