A noite seguiu com música e comemoração. Demir encarnou realmente o noivo.
A música mudou.
Não foi suave. Foi um chamado.
O som da zurna cortou o salão e o davul bateu fundo, direto no peito. Meu corpo reconheceu antes da razão.
A música do noivo.
Paralisei.
Ele não vai fazer isso.
Levantei os olhos. Demir estava no centro do salão. Sozinho. Imóvel. Esperando.
O restaurante inteiro silenciou como se alguém tivesse arrancado o ar do lugar. Aquele tipo de silêncio que não é educado — é respeitoso