Umut bateu uma palma só, alta, seca, como se estivesse encerrando um leilão.
— Tamam! (Pronto!) Ele anunciou, orgulhoso.
— Está feito.
Demir respirou fundo, como se tivesse acabado de firmar um pacto com Deus, o destino… ou o próprio ego, que no caso dele era mais poderoso que qualquer divindade.
E então ele soltou, com a voz baixa e perigosa:
— A partir de agora… você é minha noiva.
Senti meu cérebro travar igual a computador velho rodando Windows 98.
Minha NOIVA?
Minha.
Nossa! Dele.
Me deu um