A condessa olhava fixamente para Evelyn, os olhos marejados brilhando sob a luz suave do abajur. Com um gesto hesitante, segurou as mãos da jovem, sentindo o leve tremor que as percorria. A respiração lhe ficou presa na garganta. Fitava os olhos de Evelyn como se quisesse confirmar, nas profundezas deles, que era mesmo verdade.
O silêncio no quarto pesava como um véu de incerteza, até que a condessa murmurou:
— Grávida... — repetiu, como se precisasse ouvir a palavra em vo