Carolina Alcântara
Sinto minha bexiga prestes a estourar. Ando tão cansada nos últimos dias. Tiro o cobertor e um braço me aperta, então me dou conta de que Bruno está deitado ao meu lado.
Viro devagar para não acordá-lo; ainda é muito cedo. Começo a sentir que minha “perseguida” foi muito bem usada durante a noite, e um sorriso se forma em meus lábios. Tiro o braço dele de minha cintura com cuidado, mas quando o removo, ele joga as pernas por cima de mim.
— Oh, céus, que homem carente. — Murmu