O ar some dos pulmões de Vincenzo, o estômago se revira, e o desespero lhe aperta o peito com tanta violência que, por um instante, ele acredita que não vai conseguir respirar.
— Merda. — Tommaso murmura, parando bruscamente ao lado dele, a voz baixa e tensa, como se temesse confirmar o que vê. — Vincenzo…
— Não. — Vincenzo murmura, como se a simples palavra fosse um escudo frágil contra o que vê.
Ele avança um passo com esforço, como se cada fibra de seus músculos se recusasse a obedecer.
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