As palavras de Francesca atingem Vittoria como um sussurro que se confunde com a própria respiração, despertando algo que ela tenta manter adormecido.
Ela se ajeita na cadeira, inquieta, os dedos entrelaçados em nervosismo, sem saber se deve permanecer em silêncio e enfrentar o desconforto que cresce dentro dela ou inventar uma desculpa e deixar a sala antes que alguém perceba o quanto está fragilizada.
— Bom dia, eu sou Maria. — Maria inicia, apresentando-se com naturalidade, como faz sempre q