As malas dispostas em frente ao sofá o incomodam de uma forma que ele não consegue explicar, despertando algo entre a irritação e a inquietação.
Sem esperar que ela responda, Tommaso atravessa a porta e entra no apartamento, o olhar fixo nas bagagens.
Para diante delas, em silêncio, as mãos nos bolsos e a respiração contida, tentando encontrar lógica no que vê antes que as palavras escapem carregadas demais pelo que sente.
— Pode entrar. — Seraphina murmura, fechando a porta com um leve estalo