O médico o encara por um momento, o olhar firme, mas carregado de compreensão, como se reconhecesse em Vincenzo uma dor que dispensa qualquer explicação.
Mesmo com toda a experiência adquirida ao longo dos anos, ele sabe que a perda nunca é fácil, porque não existe treinamento capaz de preparar alguém para o vazio que fica quando a vida se interrompe.
Há um limite que a medicina não ultrapassa, um ponto no qual o conhecimento se cala e o silêncio se torna a única resposta possível.
Por isso, el