Tommaso sai do elevador, ouvindo a respiração ofegante de Seraphina ecoar atrás dele, até que o som apressado dos saltos dela preenche o corredor, anunciando que, mesmo furiosa, ela ainda se recusa a ficar para trás.
— Nunca mais faça isso. — Seraphina declara, ao passar por ele, a voz firme, mas o tremor nas palavras revela que o corpo ainda se lembra do que a mente tenta negar.
— Não se preocupe. — Tommaso responde, a voz baixa e rouca, deixando o sorriso surgir devagar, carregado de promessa