O silêncio que sucede a ameaça é pesado, cortante, como um vidro prestes a rachar sob pressão que ninguém admite, mas todos sentem.
Ricardo congela, os olhos arregalados e a mão trêmula segurando o celular, a vaidade substituída por um medo súbito que desmente sua postura anterior.
Seraphina mantém-se calma, o corpo inteiro uma armadura de controle, mas o coração acelera em um compasso que ela esconde atrás do sorriso forçado.
— Baixe a arma. — Seraphina pede, a voz baixa, mas com a autoridade