Giuliano ergue as sobrancelhas, encostando-se no batente da porta com um sorriso que carrega mais deboche do que qualquer traço genuíno de surpresa ou emoção pela descoberta.
— Então, parabéns, papà. — Giuliano declara, cruzando os braços, o sorriso crescendo no rosto. — Parece que em breve teremos um novo herdeiro correndo pela casa. Ou devo dizer, auguri, nonno?
— Não brinque com isso, Giuliano. — Alfonso retruca, a voz baixa, porém cortante. — Prefiro empurrar a Vittoria escada abaixo ou jogá