O sol mal havia tocado os prédios da zona leste quando Eliezer servia café para Larry e sua mãe. A mesa estava posta com pão fresco, frutas e o cheiro reconfortante de café coado. Larry, em sua cadeira de rodas, sorria com leveza, tentando pronunciar palavras entre gestos e sons suaves. A mãe da Larry, paciente como sempre, traduzia com carinho.
— Ela disse que você exagerou no café — comentou ela, rindo.
— E ela está certa... credo — respondeu Eliezer, com uma carreta de quem bebeu algo azed