Adrian
Eu já sobrevivi a guerras corporativas que derrubariam governos inteiros. Já atravessei traições de conselho feitas com sorrisos caros e mãos sujas. Já lidei com sabotagens silenciosas, chantagens internacionais e até um atentado que deixou marcas no meu corpo — não as visíveis, as que doem quando o silêncio chega. Mas nada, absolutamente nada, se compara à sensação de ter sido tocado por Felipe Diniz. Não fisicamente. Estratégicamente. Ele não me atacou pelo dinheiro. Nem pelo nome. Nem