O aperto de Kael no meu pulso era forte. Os olhos dele me analisavam, varrendo o meu rosto em busca de qualquer hesitação.
- Quem são os seus verdadeiros pais? - a pergunta dele soou baixa.
Engoli em seco, minha mente girava, tentando processar o que ele tinha acabado de ver. O símbolo. A luz esquisita na minha pele que engoliu o veneno da prata. Eu não fazia a menor ideia do que era aquilo, e o terror de ser vista como mais uma aberração me paralisou.
- Minha mãe... - comecei, a voz trêmul