O tempo parou.
Eu não podia desviar. O peso da febre me colava ao colchão.
Fechei os olhos, esperando a dor final.
Mas ela não veio.
Abri os olhos num solavanco.
A lâmina prateada tremia a centímetros da minha garganta. Ela estava presa. Parada no ar. A mão de Kael envolvia o metal afiado com força.
O cheiro de sangue quente inundou meus pulmões, seguido quase imediatamente pelo odor azedo de pele queimada. A prata envenenada reagia ao contato com o Alpha Supremo. A fumaça escura subia en