Apertei a maçaneta com força. Ele já deveria estar na cama, dormindo ou ignorando a minha existência.
Abri a porta sem fazer barulho. A suíte estava silenciosa. Apenas um abajur de luz amarela fraca iluminava o espaço.
Kael não estava dormindo.
Ele estava sentado na mesma poltrona as pernas esticadas, o paletó no chão. Um novo copo estava na mão dele. Quando a claridade do banheiro invadiu o quarto, ele ergueu a cabeça.
O olhar calculista dele passou dos meus pés, subiu pelos meus joelhos m