O peito largo dele subia e descia a milímetros do meu. Fiquei paralisada, presa entre a parede e o corpo dele. Seus olhos não eram mais os do homem de negócios que assinou meu contrato há menos de uma hora. Eram do seu lobo.
A respiração dele bateu no meu pescoço. E então, ele ergueu a mão.
Eu vi os dedos dele, ainda sujos com o uísque que ele quebrou. Entrei em pânico. Cláusula três, minha mente gritou. Sem toque íntimo. Mas o animal dentro dele não dava a mínima para pedaços de papel.
A mã